quinta-feira, 14 de julho de 2011

Casa Nova

Quem me encontrava por aqui.
Agora me encontra por .

Beijos

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Confusões habitacionais

Nesse dias fui sequestrada pelo irmão da minha melhor amiga.
Ele resolveu levar a galera para o Zoo de nossa cidade sem aviso prévio.
Foram divertidíssimos os momentos de interação e tudo. Mas, uma coisa me deixou muito triste.
O tratamento inadequado que os bichinhos recebem.
Pra se ter uma ideia vive no Zoo um urso que deveria morar em algum país mais frio.
Tudo bem que algumas partes do Brasil poderiam abrigar o amigo urso sem maiores transtornos climáticos pra ele. Só que Teresina (Hellresina para muita gente) tem calor escaldante os 365 dias do ano.
Até quando chove faz um calorzinho só pra não perder o hábito.
Então o pobre urso fica pra lá e pra cá numa tentativa inútil de se refrescar.
É desumano.
Ele veio parar aqui depois de ser apreendido em um circo por maus tratos. Enfim..
Deveriam ter providenciado um Zoo que tentasse reproduzir as condições climáticas do hábitat natural dele.
Vejam a cara de triste que ele tá gente.. É muita crueldade!




@susyalves

Regresso

Que saudade que eu tava disso aqui..
Minha vida anda corrida o mesmo texto de sempre.
Passei por um monte de conflitos esse tempo todo.
Eu deveria ter colocado tudo nas postagens. Seria uma forma de desabafar já que meus amigos andam vibrando em outras frequencias..
Ainda tenho receio de expor tudo que sou na internet.
Não que eu me esconda.
Mas, a verdade é que muito de mim eu não revelo nem no blog nem pra ninguém.
As vezes fico pensando que seria melhor escancarar logo de uma vez quem sou. Outras me pego analisando os prós e os contras de fazer isso.
Os julgamentos que eu ouviria certamente.
Não ligo. E ligo também. Sou bem sensível. A opinião de alguns me ajudaria ou machucaria dependendo do tom.
Sei não.
Por enquanto continuo falando pouco de mim e muito de outros assuntos.
No post acima eu volto com tudo.

@susyalves

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Literatura inglesa e a contemporaneidade

Voltando no meu nostálgico blog para postar um texto extremamente prazeroso.
Estou participando da promoção do blog da Vanessa que contemplará um felizardo com Alice no País das Maravilhas - o livro.
Não que eu não quisesse correr nesse exato momento para uma livraria e comprar uma edição especial. Na verdade, o legal é participar da promo.
Enfim...deixemos de conversa e vamos ao post.

Lewis Carroll

Quando eu estava estudando Letras/Inglês me apaixonei pela literatura inglesa.
Sempre amei livros. Antes disso já conhecia Shakespeare e Carroll, é claro.
Alice no país das maravilhas fez parte de minha infância e reencontrá-la na graduação foi um deleite. Pude estudar mais a fundo a obra e identificar as características desta.
Como de praxe, esmiuçamos vida e obra. Todos aqueles detalhes biográficos que a gente adora.
Pesquisando o velho google para escrever aqui descobri uma curiosidade e resolvi comentar o fato. Eu não tinha ainda observado isso e essa curiosidade não foi debatida nas nossas aulas de literatura.
Nesses tempos de pedofilia explicita e escândalos sexuais a wikipedia afirma que Carroll gostava de desenhar e fotografar menininhas nuas. Diz mais. Relata uma de suas frases famosas que teria sido: "Gosto de crianças (exceto meninos)".

Lewis Carrol e Alice Lidell

E pelas fontes descritas por lá parece ser mesmo verdade.
Ainda de acordo com esse mesmo site, Carroll pediu que depois da sua morte as gravuras fossem rasuradas ou devolvidas para as famílias das crianças.
A página cita também o livro 'Cartas as suas amiguinhas' do próprio Lewis Carroll que descreve a intimidade entre Carroll e as meninas que ele fotografou.
Não é minha intenção denegrir a imagem de Carroll.
Mas, depois dessa informação é mais compreensível que ele tenha escrito livros protagonizados por meninas como Alice no país das maravilhas e Através do espelho.
Expandindo minhas leituras além da wikipedia pude descobrir que ele até chegou a pedir a mão de Alice Lidell(a musa inspiradora) em casamento ainda na infância da menina.
Todos esses relatos só fazem crescer em mim o fascínio pela obra de Carroll.
A partir disso fica mais claro na minha cabeça a coleção de coisas nonsense presentes nas histórias.
Minha vontade é pesquisar a fundo agora mesmo toda essa temática.
Por enquanto não dá. Quem sabe num futuro próximo.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Vi e gostei

Eu sou do tipo de pessoa que só assiste o filme bem depois que ele foi lançado.
Não sei se é o tempo, se é distração ou falta de companhia.
O fato é que esse delay no meu hábito cinéfilo me deixa um pouco 'out' algumas vezes.
Não ligo muito pra isso não. Até prefiro assistir depois e assim não me influenciar pelo que dizem todas as críticas e opiniões pessoais.
Abaixo três filmes que assisti esse fim de semana:

- Meu nome não é Johnny



Faz um tempão que os meus amigos me recomendam essa película (mais uma) do queridíssimo Selton Melo. Finalmente aluguei.
Eu chego na locadora com um filme em mente. Só que sempre pego aquelas promoções do tipo alugue 4 e pague 3. As vezes me dá um desespero por estar rodeada de filmes por todos os lados e não saber qual levar. Mas, dessa vez lembrei da pratileira dos nacionais.
Dei uma checada de cima abaixo e lá longe bem escondidinho estava esse.
Não hesitei nada e inclui na minha lista do dia.
Sem arrependimentos. A história de João Guilherme Estrella é deveras interessante.
Um cara que nasceu em berço de ouro - ou de algum outro metal precioso - e que acaba envolvido no tráfico de drogas do Rio de Janeiro no início da década de 90.
Gostei demais do roteiro. Os diálogos chegam a ser engraçados quando deveriam estar carregados de seriedade se levarmos em conta a temática proposta.
Adorei. Super leve.
Os extras também arrasaram. Deu pra conhecer melhor a história do protagonista e entrar em contato com a equipe que fez o filme.

- Diários de motocicleta



Na última promoção que participei, levei esse como o 4º filme.
Infelizmente não pude assistir e vi apenas as cenas iniciais.
Foi o suficiente para aguçar ainda mais a minha vontade de ver o restante.
Conta a história de uma viagem feita por Ernesto Che Guevara e seu amigo Alberto Granado.
Eles atravessaram a América do Sul transportados por uma motocicleta de nome 'La Poderosa' que em certo ponto da jornada perdeu totalmente seu suposto poder.
São aventuras engraçadas que mostram um Che pré-Revolução Cubana.
Pra quem curte o material extra, que nem eu, Alberto Granado em pessoa relata suas experiências e fala da influência que Che exerce na vida dele desde aqueles dias até hoje.

- Vicky Cristina Barcelona

Da obra de Woody Allen, esse é um filme que vale muito a pena assistir.
As situações que pareceriam esquisitas até mesmo pros mais liberais são colocadas da maneira mais simples possível.
O triângulo amoroso inicial entre Vicky, Cristina e Juan Antonio se desdobra com o passar do tempo em:

Vicky, Juan Antonio e o namorado de Vicky
Cristina, Juan Antonio e a ex-mulher de Juan Antonio
Vicky, Cristina, Juan Antonio e a ex-mulher de Juan Antonio.



O último desdobramento já não se qualifica como triângulo e sim como quadrado amoroso.
E eu nem posso afirmar com certeza se ele de fato se confirmou pois o dvd travou faltando três capítulos para o final. No exato momento em que as personagens de Pénelope Cruz e Scarlett Johansson estavam dando um beijo na boca.
Alugarei novamente em outra locadora. No momento não posso correr para o youtube. #workalot

Se alguém ai souber o final do filme fique a vontade para me contar.


@susyalves

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Uma data a mais, uma data a menos...



Ontem foi o dia das datas.
  1. Dia do beijo - presente em dez de cada dez tweets, notícias e comentários;
  2. Dia do hino nacional brasileiro - um tweet sugerindo que cantássemos todos juntos (excluindo a Vanusa, claro);
  3. Dia do office boy - um tweet sugerindo que fôssemos todos protocolar algum documento, de preferência em cartório;
  4. Dia do jovem - nenhuma menção direta ao fato de ser o nosso dia. Pra não dizer que ninguém lembrou, li uma matéria sobre o comportamento do jovem atual, mas que não tinha nada sobre essa data a nós dedicada.
Talvez a galera da publicidade (meus colegas by the way) não tenha atentado para esse filão que certamente renderia muito.
No próximo ano quem sabe.
Afinal, são tantas datas para lembrar.

@susyalves

domingo, 11 de abril de 2010

Chanel

Na semana passada pude conhecer um pouco mais da vida e obra de Gabrielle Chanel.
Uma garotinha indefesa que nasceu no subúrbio de uma pequena cidade da França e que se tornou conhecida mundialmente por seu trabalho com moda.
A partir de sua juventude Gabrielle ganhou outro nome: Coco.
E foi com esse apelido que ela mudou o mundo da moda e revolucionou a atitude feminina de seu tempo.
Ela não lançou tendência apenas na maneira de vestir. Ditou comportamento e se recusou a ser mais uma bonequinha de luxo com roupa e chapéu repletos de fru fru como ela mesmo dizia.
Viveu o amor como nenhuma mulher de sua época. Fez coisas que eram terminantemente proibidas e alcançou o sucesso.
Todo esse material está disponível no filme Coco antes de Chanel (Coco avant Chanel) lançado no ano passado na França.
Com a direção de Anne Fontaine e roteiro de Camille Fontaine o filme se reservou a retratar apenas o que diz o seu título. A vida pré-Coco de Gabrielle.
A trajetória controversa da mulher que foi colaboradora dos nazistas ficou de fora nos dando a impressão de uma vida apenas dedicada à moda e aos romances que viveu.
Bela atuação de Audrey Tautou incorporando o semblante nada amigável que pude ver nas fotos que pesquisei.
Em breve assistirei um documentário sobre Chanel.
Quem sabe depois disso terei mais informações a cerca da história completa da mãe do tailleur.



@susyalves