Acho que você se esqueceu de mim.
Ou então lembrou que já deveria ter esquecido antes.
Eu sou tão esquecível...
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Sacrilégio



Hoje estou totalmente referencial.
Explico.
Escrevo isso que me lembra aquilo e assim vai.
A história de não ser imediatamente admitida nos portões de São Pedro me lembrou um causo.
Estávamos minhas amigas e eu em frente ao Atlantic City no sábado a noite e começa a cair um toró.
Assim como no resto do nordeste aqui tá chovendo pra caraca.
O que é bom, considerando que depois das férias de julho o calor reina soberano.
Então.
Estávamos esperando outra amiga pra ir pro show do Skank, quando eu invento de falar com São Pedro.
___ Pôxa São Pedro dá um tempo!
Com certeza indignado com a audácia da minha suposta e pretensa intimidade, o santo fez a chuva engrossar. E olha que ela já estava afinando.
Depois de ter se formado uma lagoa debaixo dos nossos pés, os pingos deram de novo uma trégua.
E lá vou eu de novo mexer com o santo.
___ Ah agora vai São Pedro. Vai, vai, vai, vai, vai, vai...
Isso foi uma refrência explicita a um funk (referência de novo aff!)
Achando pouco o desacato a autoridade celestial minha amiga Hosana canta:
___ Chão, chão, chão, chão, chão, chão...
E a Naiara ainda completa...
___ Rala São Pedro, rala São Pedro....
Resultado: ficamos uns dez minutos rindo. Quanta bobagem!
Isso é coisa de pessoas muito felizes.
Ah.. e se ainda for tempo...
Ah.. e se ainda for tempo...
Perdão São Pedro!
Sacro
A imagem do meu último post ficou meio tenebrosa.
Sei lá meio sombria.
Não que eu não goste de anjos. Muito pelo contrário.
Mas é que aquelas asas penduradas parecem prontas para serem utilizadas no firmamento.
Que poético!
Rsrsrsrs
E que pretensão a minha! Antes de adentrar os portões de São Pedro vou ter que pagar muita penitência.
Mas enfim...
A questão é que a intenção do texto que fala de liberdade e mudanças se contradiz com a imagem.
Nem tão cedo pretendo deixar esse mundão sem porteira.
Tomara que Deus assim permita.
Sei lá meio sombria.
Não que eu não goste de anjos. Muito pelo contrário.
Mas é que aquelas asas penduradas parecem prontas para serem utilizadas no firmamento.
Que poético!
Rsrsrsrs
E que pretensão a minha! Antes de adentrar os portões de São Pedro vou ter que pagar muita penitência.
Mas enfim...
A questão é que a intenção do texto que fala de liberdade e mudanças se contradiz com a imagem.
Nem tão cedo pretendo deixar esse mundão sem porteira.
Tomara que Deus assim permita.
De asas abertas

E lá se vai mais um mês.
Esse foi bem rapidinho, como tem sido o tempo terreno.
Os dias foram curtos, já as horas...
Essas demoram uma eternidade para passar.
Pode parecer meio paradoxal mas é verdade.
Não sei daonde sai tanto problema, tanto pepino pra resolver e abacaxi pra descascar.
Em contrapartida sempre acontecem coisas para nos surpreender.
Hoje por exemplo foi meu último dia de trabalho na escola.
Não esbocei nenhuma reação de tristeza, afinal sinto-me livre agora.
Já os meus superiores demonstraram desapontamento com minha partida repentina.
Fazer o quê não é pessoas!?
O show tem que continuar e etc.
Pretendo levar minha existência a outros caminhos.
Quero muito alçar os vôos que planejei há tempos.
Não posso perder a hora do check in.
E acho que esse momento é agora.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Oscilação

As coisas são difíceis.
Até eu já estou de saco cheio de começar meus posts com frases deste tipo.
Não vejo a hora de começar a comemorar alguma coisa, de escrever relatos alegres, contar coisas de fato animadoras.
Mas dizem que a nossa vida é assim mesmo. Repleta de momentos complicados e com raros instantes de euforia.
Para não dizer que só falei de lamentações devo citar o show do Skank.
Fui com as minhas amigas e nos divertimos deveras.
A gente definitivamente não precisa perder a lucidez pra se divertir.
E quem nos observava naquele dia certamente pensou o contrário.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Equívoco
A gente faz cada besteira na vida que vou te contar.
O arrependimento não muda nada, e no meu caso fico remoendo o erro até esquecer.
Neste caso está difícil pois as pessoas insistem em ficar me lembrando a toda hora.
Eu só espero que isso não respingue na minha ilibada reputação.
Mas no fundo sei que é inevitável.
Nem adianta eu ensaiar explicações. O erro já foi feito e não tem volta.
Tomara que se esqueçam de uma vez.
O arrependimento não muda nada, e no meu caso fico remoendo o erro até esquecer.
Neste caso está difícil pois as pessoas insistem em ficar me lembrando a toda hora.
Eu só espero que isso não respingue na minha ilibada reputação.
Mas no fundo sei que é inevitável.
Nem adianta eu ensaiar explicações. O erro já foi feito e não tem volta.
Tomara que se esqueçam de uma vez.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Descartável
Ouvi reclamações sobre meu último post.
Todos têm direito a ter sua opinião e tal.
Mas no momento isso não me chateia.
O que realmente me chateia é ser colocada em segundo plano, é ser dispensada como se não fôsse importante e etc.
E o pior é que as pessoas fazem isso na maior tranqüilidade, como se não existisse nenhum grau de relevância nas nossas relações.
Definitivamente tenho que começar a rever as coisas.
Quem de fato denota alguma importância a mim?
Pode parecer meio " ai que triste ninguém gosta de mim", mas não é isso.
As palavras que dizemos são guardadas na memória. E as ações que não fazemos fazem toda a diferença na conta final.
Todos têm direito a ter sua opinião e tal.
Mas no momento isso não me chateia.
O que realmente me chateia é ser colocada em segundo plano, é ser dispensada como se não fôsse importante e etc.
E o pior é que as pessoas fazem isso na maior tranqüilidade, como se não existisse nenhum grau de relevância nas nossas relações.
Definitivamente tenho que começar a rever as coisas.
Quem de fato denota alguma importância a mim?
Pode parecer meio " ai que triste ninguém gosta de mim", mas não é isso.
As palavras que dizemos são guardadas na memória. E as ações que não fazemos fazem toda a diferença na conta final.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Explicações
Ah o meu quarteto!...
As outras pessoas não vão entender nunca o que rola entre a gente.
Outra coisa que elas também não vão entender é como um grupo de oito pessoas pode ser assim denominado.
Tudo começou faz tempo lá pelas idas de 1996. Nessa época conheci Hosana, uma das fundadoras, e juntamente com ela passei um momento de descoberta de um novo mundo chamado adolescência. A Leilane e a Vânia também faziam parte desse quarteto inicial.
Anos depois conhecemos Mônica e Simone, o quarteto original, e junto com elas aprontamos horrores, fizemos misérias, e nos divertimos muito, mais muito mesmo. Foi um período maravilhoso de nossas vidas.
Seguindo um desses bondes que passam pela vida,o segundo quarteto se separou um pouco. Aí então teve início a formação atual.
Minha prima Joziane, que sempre esteve presente tentando participar de nossas conversas, pôde realizar seu grande sonho de debater conosco. E olha que ela teve que comer muito feijão com arroz pra isso. rsrsrs.
Brincadeira!
Ela é como um mantra meio louco do qual necessitamos para não perder o bom humor. E a Naiara (Nah) veio para trazer beleza de corpo e de alma para a equipe. Não que nós não sejamos lindas...Rsrsrsrsr. Mas é que ela definitivamente atrai todas as atenções por onde passa.
E assim seguíamos. Susy, Hosana, Naiara e Joziane. E foi aí que ocorreu o retorno triunfante de Mônica, a missão.
Na verdade ela nunca se ausentou de todo, mas atualmente sua presença é mais freqüente.
Bom...Depois de tanto blá blá blá, com certeza há quem pergunte sobre a tal história do quarteto de oito.
Até agora quem fez as contas chegou no número cinco. Nesse momento a porção masculina do quarteto começa a surgir.
O Caio sempre foi nosso mascote. No entanto o seu brilho é tão intenso que ele não caberia nas nossas reuniões. A estrela dele precisa brilhar muito mais além do que a gente imagina. Mesmo ausente, ele está presente nos nossos corações de maneira irreversível.
O Bruno chegou assim como quem não quer nada, e acabou se instalando no nosso meio com aquele jeito espaçoso de ser. Jeito esse que eu amo! (só pra constar)
E finalmente temos o Antonio. Ao contrário do Bruno e do Caio, esse é mais reservado, mais introspectivo. Era o que faltava para o perfeito equilíbrio da nossa turma. Um grupo de mulheres piradas (no bom sentido) tinha que ter alguém mais normal.
Falar tudo isso agora soa meio biográfico, premonitório, não sei.
A intenção não é essa, até porque queremos viver muitos anos.
O fato é que senti a necessidade de expor só mais um pouquinho esse amor lindo e raro que a maioria das pessoas chama de amizade.
As outras pessoas não vão entender nunca o que rola entre a gente.
Outra coisa que elas também não vão entender é como um grupo de oito pessoas pode ser assim denominado.
Tudo começou faz tempo lá pelas idas de 1996. Nessa época conheci Hosana, uma das fundadoras, e juntamente com ela passei um momento de descoberta de um novo mundo chamado adolescência. A Leilane e a Vânia também faziam parte desse quarteto inicial.
Anos depois conhecemos Mônica e Simone, o quarteto original, e junto com elas aprontamos horrores, fizemos misérias, e nos divertimos muito, mais muito mesmo. Foi um período maravilhoso de nossas vidas.
Seguindo um desses bondes que passam pela vida,o segundo quarteto se separou um pouco. Aí então teve início a formação atual.
Minha prima Joziane, que sempre esteve presente tentando participar de nossas conversas, pôde realizar seu grande sonho de debater conosco. E olha que ela teve que comer muito feijão com arroz pra isso. rsrsrs.
Brincadeira!
Ela é como um mantra meio louco do qual necessitamos para não perder o bom humor. E a Naiara (Nah) veio para trazer beleza de corpo e de alma para a equipe. Não que nós não sejamos lindas...Rsrsrsrsr. Mas é que ela definitivamente atrai todas as atenções por onde passa.
E assim seguíamos. Susy, Hosana, Naiara e Joziane. E foi aí que ocorreu o retorno triunfante de Mônica, a missão.
Na verdade ela nunca se ausentou de todo, mas atualmente sua presença é mais freqüente.
Bom...Depois de tanto blá blá blá, com certeza há quem pergunte sobre a tal história do quarteto de oito.
Até agora quem fez as contas chegou no número cinco. Nesse momento a porção masculina do quarteto começa a surgir.
O Caio sempre foi nosso mascote. No entanto o seu brilho é tão intenso que ele não caberia nas nossas reuniões. A estrela dele precisa brilhar muito mais além do que a gente imagina. Mesmo ausente, ele está presente nos nossos corações de maneira irreversível.
O Bruno chegou assim como quem não quer nada, e acabou se instalando no nosso meio com aquele jeito espaçoso de ser. Jeito esse que eu amo! (só pra constar)
E finalmente temos o Antonio. Ao contrário do Bruno e do Caio, esse é mais reservado, mais introspectivo. Era o que faltava para o perfeito equilíbrio da nossa turma. Um grupo de mulheres piradas (no bom sentido) tinha que ter alguém mais normal.
Falar tudo isso agora soa meio biográfico, premonitório, não sei.
A intenção não é essa, até porque queremos viver muitos anos.
O fato é que senti a necessidade de expor só mais um pouquinho esse amor lindo e raro que a maioria das pessoas chama de amizade.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Arco-íris

Nesses dias de chuva me lembro do arco-íris.
Suas cores não coloriram o céu, mas estiveram presentes dentro de mim todo esse tempo.
O vermelho tem me acompanhado nos freqüentes momentos de raiva que tenho tido ultimamente. Minha irmã pré-adolescente (e já aborrescente) é a grande responsável.
O laranja me remete aos raros instantes de euforia. Algumas palavras ditas pela pessoa certa me fazem ficar assim.
O amarelo é minha cor preferida desde que eu conheço as cores, então é natural que ele figure com destaque nos meus dias. Ele pra mim significa esperança. Não sei por que. Só sei que quando vejo algo dessa cor me alegro. Meus amigos são eficientes nesse sentido. Eles me fazem pensar amarelo.
O verde, que para o resto do mundo denota esperança, pra mim indica paz. De uns dias pra cá, a paz tem sido escassa. Nem sei mais o que é concentração e autocontrole. Determinação então vai bem longe. Se bem que hoje estou bem animada.
O azul é também pacífico. Indica um caráter divino. Penso em religião quando vejo azul. Penso em tristeza também. O fato mais triste dos últimos dias foi um falecimento.
O Indigo é meu novo preto. Acho elegantíssimo e uso em ocasiões mais formais. Hoje fui para uma entrevista de blusa índigo.
E por fim o violeta. É a cor oficial do quarteto (meu grupo de amigos). Todas as nossas reuniões são permeadas pelo violeta e seus derivados. Essa cor é a personalização da diversão.
Apesar da beleza do barulho dos pingos caindo no telhado e do cheirinho de terra molhada, não vejo a hora do sol reinar soberano.
Preciso do calor dele pra sobreviver.
sábado, 18 de abril de 2009
Alegria
Fatalidade
Essa vida é mesmo injusta.
Pessoas jovens e boas são impedidas de continuar a viver.
Fico triste e apreensiva pelas pessoas do meu convívio.
Não sei como será o dia da minha primeira perda.
Pessoas jovens e boas são impedidas de continuar a viver.
Fico triste e apreensiva pelas pessoas do meu convívio.
Não sei como será o dia da minha primeira perda.
Certeza
Definitivamente tomei a decisão certa em relação ao meu quase ex-emprego.
Me controlei ao máximo pra não perder a s estribeiras, porque as outras pessoas perderam.
Minha sanidade foi questionada.
Minha capacidade profissional foi colocada em cheque.
Pelo menos sairei de cabeça erguida daqui a duas semanas.
Me controlei ao máximo pra não perder a s estribeiras, porque as outras pessoas perderam.
Minha sanidade foi questionada.
Minha capacidade profissional foi colocada em cheque.
Pelo menos sairei de cabeça erguida daqui a duas semanas.
Volta
Estava eu a espera de um coletivo quando essa pessoa me aperece e se esbarra em mim.
Através da minha leitura concentrada de uma letra do Coldplay, eu já tinha visualizado ele vindo em minha direção e disfarcei.
Diante do esbarrão falei
___ A sutileza de um elefante.
Ele sorriu e se distanciou.
Na verdade não entendi o porque da abordagem.
Todas as vezes que nos vemos fingimos que não nos importamos um com o outro. Então...
Sei lá. Como disse uma amiga talvez tenha sido só saudade.
Ou não. Talvez só educação.
Eu não quis perguntar diretamente.
Através da minha leitura concentrada de uma letra do Coldplay, eu já tinha visualizado ele vindo em minha direção e disfarcei.
Diante do esbarrão falei
___ A sutileza de um elefante.
Ele sorriu e se distanciou.
Na verdade não entendi o porque da abordagem.
Todas as vezes que nos vemos fingimos que não nos importamos um com o outro. Então...
Sei lá. Como disse uma amiga talvez tenha sido só saudade.
Ou não. Talvez só educação.
Eu não quis perguntar diretamente.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Previsões para 2009

Sabe...
Estou num daqueles momentos de bem comigo mesma. Não sei porque um sentimento de confiança tomou conta de mim de repente.
E que bom que isso aconteceu. Fazia muito tempo que eu não me sentia assim. Achando que tudo vai dar certo, que eu vou me dar bem e tal.
Espero que essas boas energias transformem-se em realidade.
Sinto que coisas boas irão acontecer.
Tomara que minhas habilidades bruxísticas não me desapontem desta vez.
Estou num daqueles momentos de bem comigo mesma. Não sei porque um sentimento de confiança tomou conta de mim de repente.
E que bom que isso aconteceu. Fazia muito tempo que eu não me sentia assim. Achando que tudo vai dar certo, que eu vou me dar bem e tal.
Espero que essas boas energias transformem-se em realidade.
Sinto que coisas boas irão acontecer.
Tomara que minhas habilidades bruxísticas não me desapontem desta vez.
Balanço
Tive muito tempo para pensar durante este feriadão.
E olha que são muitas as inquietações dentro desse meu ser.
No final das contas chego a conclusão "genial" de que estou no caminho certo.
Eu sei. Todos já sabem disso e eu também já sei.
Mas as vezes a confusão do universo é tão grande que fico na dúvida.
E lá vou eu colocando a culpa no universo.
Eu bem sei que o meu mundinho não passa da calçada lá de casa.
E olha que são muitas as inquietações dentro desse meu ser.
No final das contas chego a conclusão "genial" de que estou no caminho certo.
Eu sei. Todos já sabem disso e eu também já sei.
Mas as vezes a confusão do universo é tão grande que fico na dúvida.
E lá vou eu colocando a culpa no universo.
Eu bem sei que o meu mundinho não passa da calçada lá de casa.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Costumes
Esses dias tem sido os mesmos de sempre.
Tristes, vazios, conturbados, sem inspiração...
Nem quero mais falar ou escrever coisas do tipo, mas esses assuntos insistem em se apresentar diariamente para mim.
Fazer o quê?
Escrever, falar, reclamar...
É só isso que quero fazer.
Tristes, vazios, conturbados, sem inspiração...
Nem quero mais falar ou escrever coisas do tipo, mas esses assuntos insistem em se apresentar diariamente para mim.
Fazer o quê?
Escrever, falar, reclamar...
É só isso que quero fazer.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Constatação
As pessoas parecem não acreditar em si mesmas.
Isso é um erro. Afinal se não confiarmos nas nossas decisões quem confiará?
Mas o que é que eu estou dizendo?
Eu não posso falar como se não fizesse parte do clube.
Isso é um erro. Afinal se não confiarmos nas nossas decisões quem confiará?
Mas o que é que eu estou dizendo?
Eu não posso falar como se não fizesse parte do clube.
Continuação
A mentira me fez lembrar da verdade.
Será verdade que eu te toquei?
Será verdade que você me viu?
Bem que poderia não ser primeiro de abril.
Será verdade que eu te toquei?
Será verdade que você me viu?
Bem que poderia não ser primeiro de abril.
Conjecturas
Pôxa...
Hoje é 1º de abril.
Como eu gostaria que muitas coisas fossem mentira.
Porém não se pode ter tudo não é mesmo.
É o que dizem...
Hoje é 1º de abril.
Como eu gostaria que muitas coisas fossem mentira.
Porém não se pode ter tudo não é mesmo.
É o que dizem...
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