quinta-feira, 30 de julho de 2009
Adendo
Devo justificar que como reles mortal, também sinto medo.
Sinto medo sobretudo de mim mesma.
Nós não temos noção do quão longe podemos chegar e da capacidade que temos de dissimular.
Na minha rala experiência de vida tive a oportunidade de me testar algumas vezes.
E apesar de resultados negativos que sempre aparecem, não me arrependo.
De uns tempos pra cá só me arrependo do que eu não faço.
Hesitando via fibra ótica

Esse mundo virtual é muito bom. Disso não há dúvida.
Mas, como tudo na vida, tem o seu lado B.
As vezes deixamos de fazer o que deveríamos e substituímos por algo virtual.
Mandar um e-mail não é a mesma coisa que ter uma conversa olho no olho.
E um scrap não substitui um abraço.
Sabemos o quê isso ocasiona: a distância.
É irônico, pois a internet deveria aproximar as pessoas.
Em alguns casos o intermédio da internet ajuda. Porém venho observando que ela também serve de esconderijo.
É cômodo se esconder atrás de teclas e emoticons. E não ter que dizer cara a cara o que pensamos e o que sentimos.
Um perigo nos beira atrás desse conforto e de toda essa evolução comunicacional.
Estamos cada vez mais sós. Essa é a verdade.
Temos medo do mundo lá fora. De enfrentar os percalços que inevitavelmente nos esperam na próxima esquina.
Então pra quê estamos aqui? Se não é pra nos entregar em aventuras diversas?
Pra quê viver? Se temos receio das respostas e por isso não perguntamos?
Pra mim não tem sentido.
Pra viver tem que ser intensamente. Sem frescura.
Não vou negar que adoro navegar. Sou viciada.
O caso é que temos que saber a hora certa de partir pra realidade. De se jogar. De dar a cara para bater.
Por meio dessas simples emoções e das consequencias delas que se fazem os belos momentos.
E com medo de chegarmos aos belos momentos nunca chegaremos a lugar nenhum.
domingo, 26 de julho de 2009
A pedidos
sábado, 25 de julho de 2009
Um protótipo de crítica

Como fã desse formato de programa, fiz o possível para assistir tantos capítulos quanto fossem possíveis.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Preguiçosa é a v...
Quem ler minha postagem abaixo vai pensar:
___ Essa criatura não tem mesmo o que fazer. Acorda e vai assistir DVD!
Mas é isso aí mesmo.
Infelizmente não tenho mais uma rotina de trabalhadora braçal.
Enquanto os ventos empregatícios não me alcançam, vou fazendo o que de mais gosto.
E isso não é pecado. Nem vai me levar a perdição.
Pelo menos eu acho que não.
Diário de bordo
Pra quem não conhece minhas nomenclaturas aí vai a explicação.
Um dia de janeiro é frio. As vezes chuvoso.
E muito, muito bom. Me traz muitas recordações.
Me lembra de quando eu era pequena e ficava vendo programas de Tv infantis de Natal que ainda estavam passando em Janeiro.
Lembro da neve, dos bonequinhos feitos a mão, e do Papai Noel é claro.
Num dia como esse não assisto mais a esses programas. Passei dessa fase.
Ocasiões como a de hoje pedem um filme e/ou um livro.
Eu já comecei o dia fazendo isso.
Ontem tive a minha infalível insônia e só fui dormir as duas da manhã.
Para minha surpresa acordei antes das 10.
Nem me lembrei de comer. Já fui direto pro DVD assistir O Fabuloso destino de Amélie Poulain. Uma película bem adequada para meu atual momento. Filme francês é maaaaaaara.
Logo depois emendei em mais um capítulo da minha leitura de agora: Crime e Castigo.
Só lá depois do meio dia e meio é que minha vida burocrática teve início.
A partir dessa hora me dediquei aos afazeres domésticos por assim dizer.
E pra encerrar minha odisseia nesse dia atípico estou aqui, fazendo o que faço sempre.
Porque todo dia é bom pra escrever. SO HERE I AM.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Amor de verdade
Eu concordo.
Mas, devo dizer que pra mim dia do amigo são todos os dias.
Eu não dou um passo adiante sem os meus.
Pra mim eles são muito mais do que isso. São a família que eu escolhi.
Aqueles que não me recriminam, e que não me julgam.
Aqueles que dizem na minha cara quando tô fazendo besteira e têm a liberdade pra me dar um chega pra lá.
Conquistamos isso a base de muita alegria.
A base de muito almoço de domingo e de bebedeiras vespertinas de sábado.
Mas o caminho também teve muita lágrima. E ainda tem.
Vida sem choro fica meio sem graça.
Até agora a gente chorou mais de alegria do que qualquer outra coisa, mas tudo bem.
Aí vão alguns momentos memoráveis que merecem ser lembrados.
1- Reveillon de 1999
Mônica, Simone, Hosana, Anselmo e eu. Tempos bons.
2- Meu primeiro vestibular
A primeira vez que meu pai me viu bêbada.
3- O primeiro Piauí Pop a gente nunca esquece.
Magnifíco!!!
4- Quando Joziane saiu de casa
Muito choro e lembranças.
5- Piauí Pop 2008
Sem Hosana, mas muito booooooooooooooom!
6- Reveillon de 2008
O melhor Reveillon de nossas vidas.
E não é só pra sair por aí na balada não.
São pessoas com quem posso contar na saúde e na doença.
Soa meio matrimonial mas é verdade.
Amo todos eles e os quero comigo pra sempre.
As últimas do domingo
Nada mais chique e calórico pra se comer a meia noite e quinze.
Na TV, um filme com Wesley Snipes. E eu, aqui me perguntando por que não fui dormir na hora que meus olhinhos começaram a embaçar.
Talvez seja por que a lembrança do dia de ontem não me deixa.
O dia de ontem foi cheio de nãos.
NÃO ACORDEI NA HORA QUE EU QUERIA
NÃO CHEGUEI EM CASA NA HORA QUE EU QUERIA
NÃO SAÍ PRO SHOPPING NA HORA QUE EU QUERIA
NÃO SAÍ DO SHOPPING NA HORA QUE EU QUERIA...
Desde que cruzei as linhas do arco de entrada, tive certeza de que você não estaria lá.
Sabia que não riríamos juntos e nem faríamos nada juntos depois.
E sabe por que eu sabia de tudo isso?
Porque eu já vi esse filme. E olha que de filme eu entendo.
Isso é o que deveríamos ter feito ontem e sabe lá que dia faremos...
Nem sei se ainda quero te ver. Eu minto. Quero te ver.
Mas, isso não importa tanto depois de 24 horas passadas sem sequer um telefonema, um scrap, um e-mail...
Nada, nothing, niente!
Nenhum aceno explicativo. Zero.
Espanto da minha parte? Não.
Se fôsse o oposto, aí sim. Essas linhas teriam traços novos, assustados, nervosos, surpresos.
Tristeza em minh'alma? Um pouco.
Mas nada tão grande que não possa ser amenizado, nem nada tão pequeno que não seja rememorado.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
A culpa é do tempo
Será mesmo que a afirmação está correta?
Penso que não. Acho sim, que na real, as pessoas não tem tempo para as nossas coisas.
Quando o tema é geral, é de domínio público, tudo fica mais confortável. Porém se o assunto é específico e versa sobre tópicos pessoais, a tendência das pessoas é se esquivar e assumir uma postura "avestruz".
É isso mesmo. Esconder o que somos é cômodo. Fazendo o que todo mundo faz não precisaremos explicar porque somos diferentes.
Adoro a diferença.
Infelizmente alguns diferentes que conheço insistem em esconder esse caractere atrás do corriqueiro e esfarrapado: NÃO TENHO TEMPO!
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Sobre Bridget e a beleza
Pra quem adora acompanhar as aventuras de uma trintona em busca do amor é um prato cheio.
Eu adoro, apesar de ainda não ser trintona.
Na real, Bridget fala muito mais do que isso aos seus fãs.
É uma personagem que se parece muito comigo e com você.
Ela tem problemas com a balança, com a mãe (uma figura lendária), e acima de tudo com os famigerados porém necessários, HOMENS.
Todos esses conflitos afetam o jeito como Bridget encara o mundo e a si mesma. Ela é do time que acha que poderia ter sido bem melhor até para dar bom dia aos vizinhos.
A verdade é essa. Bridget não se gosta.
E isso, convenhamos, é muito comum na nossa realidade devido aos bilhões de padrões de beleza e de magreza que estão sempre impondo a nós meninas.
Toda menina tem, já teve ou vai ter um dia de Bridget.
Aquele dia em que você nem quer se olhar no espelho e tem certeza de que não vai entrar no jeans que você adora.
Calma não priemos cânico.
Nós mulheres poderosas do século XXI tentamos a cada dia nos desvincular dessas imposições.
Não que a gente vá começar a parar de se cuidar (agora mesmo estou de dieta).
A diferença é cuidar de si por que se gosta, e não se matar na academia e não comer aquele brigadeiro divino só preocupada com o que os outros vão pensar.
Nesse intuito listei algumas dicas importantes que inclusive eu tento seguir:
1 - Cuide do seu cabelo e o ame indenpendente da característica dele.
Tipo..nada contra quem faz escova e chapinha toda semana. Vez ou outra também dou uma folga para os meus cachos.
Mas a gente não precisa exibir o visual liso escorrido 7 dias por semana só porque todo mundo no seu trabalho praticamente veio de um comercial de xampu.
2 - Peso certo saúde garantida.
Tente estar no seu peso ideal por questão de saúde. Não vá querer parecer a Gisele Bündchen que fica meio difícil.
E se mesmo com essa dica você ainda se importa com a opinião do seu namorado ou ficante, lembre-se de que somos brasileiras e termos curvas. E eles adoram! Pode perguntar.
3 - Moda é importante.
Menina que se preze tem a noção lógica do que vestir. Não precisa reproduzir as vestimentas em voga por causa da novela da vez. Encontre seu estilo. Vista-se com a sua alma e não com a alma dos outros.
4 - Maquiar sim, travecar nunca.
Um corretivo, um pó, um rímel, e um gloss são o suficientes.
Mas, se você é do tipo executiva ou paty-perua não vai conseguir escapar das super produções.
Só tome cuidado para não ficar "Caco Ciocler no Quinto dos infernos".
Obs: Não tenho nada contra as paty-peruas.
5 - Salto travecão. Tô fora.
Salto é maaaara. Algum cara importante disse que os melhores amigos da mulher não são os diamantes e sim os sapatos com salto. Concordo plenamente.
O importante é ter bom senso e não usar vinte centímetros de salto as sete horas da manhã. Não rola né.
Sem falar nas criaturas piradas que vão em shows de salto.
Pra mim diversão não combina com dor nos pés.
Obs2: Vou pesquisar quem disse a tal frase.
6 - Celebre a sua vida sempre.
Viver é ótimo.
E saiba que não existe problema com o cabelo ou com o corpo que não possa ser resolvido no mundo de hoje. Viva a tecnologia!
E viva as mulheres!
Por que todas nós temos sim a nossa beleza.
Ela pode estar escondida? Pode.
Cabe a nós encontrar uma maneira de fazê-la reverberar.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Transe. Faz bem ao coração.
Campanha que aconselha um orgasmo por dia causa polêmica
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Uma campanha do Serviço Nacional de Saúde está causando polêmica na Grã-Bretanha. Um folheto distribuído pelo órgão aconselha a população a ter um orgasmo por dia, informa nesta segunda o jornal Huffington Post. O panfleto diz que as pessoas têm direito a uma vida sexual agradável e que as relações sexuais podem ser boas para a saúde cardiovascular.
O slogan da campanha diz que "um orgasmo por dia mantém o médico longe" e é complementado pelo questionamento: "especialistas em saúde defendem cinco porções de frutas ou vegetais ao dia e 30 minutos de atividades físicas três vezes por semana. E quanto ao sexo ou masturbação duas vezes por semana?".
A campanha enfrenta críticas de parte da sociedade, que acredita que ela poderia incentivar menores a manter relações sexuais sem proteção. Um grupo de orientação familiar chegou a dizer que a campanha, além de incentivar o sexo antes da idade adequada, ainda poderia levar ao aumento do índice de doenças sexualmente transmissíveis.
Já pensou se a moda pega!?
Vai ter gente por aí dizendo:
___ Mãe libera aí! Preciso baixar minhas taxas de colesterol.
Ai ai...
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Visão rocker
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Mais uma do Sílvio


Em mais um dos arroubos do senhor Sílvio Santos, as séries foram trocadas de horário.
Quem já estava acostumado a assistir as peripércias das turmas da Betty e da Meredith na tv aberta, comece a pensar em outra coisa para fazer naquele horário.
Infelizmente a exibição agora acontece depois do Jornal do SBT segunda edição. Ou seja, muito tarde.
Eu não tenho problemas com isso. Afinal sou insone desde sempre.
Apesar de que, uma vez ou outra o sono resolve me visitar antes da duas da manhã.
O que me chateia é que mais cedo ou mais cedo as séries serão tiradas do ar.
De acordo com o humor do patrão. Ou com o mal humor, como queiram.
Crespo

Trataram super mal no Rio Grande do Sul o Luís Felipe Andreolli.
Isso é uma afronta.
Ele não tem culpa de o Inter ter começado aquele jogo em desvantagem. Foi mal, torcida colorada.
Protesto feito e tenho dito.
Agora falando mais do Felipe Andreolli... Como diria o Tas ele é um "docinho de coco".
Admiro pra caramba o jeito como ele trabalha, e a fluência absoluta que ele possui em várias línguas.
Porque o difícil não é falar muitas línguas. Difícil mesmo é passar de uma para outra sem prejuízo na compreensão. Sem mencionar o fato que ele tira onda em outras línguas. Isso é pior (ou melhor). Fazer piada já é difícil. Em outra língua então...
E só pra dizer que não falei das flores, o cara é um gato.
Aqueles cachinhos ai ai.
Ok. Parou o momento tietagem.
Mas que ele é um arraso, ele é.
P.S: Como tem Felipe Andreoli no mundo. O do Angra também é um fofo.
P.S2: Quem já acessou o blog do Felipe Andreoli sabe que ele adora um ps. rsrsrsrs
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Adios
Ordem e regresso
Olha isso é um absurdo viu.
Se não bastasse ter tirado a validade do diploma de jornalismo, ainda vão agredir também.
Assim não dá!
Esse país é mesmo uma seleuma de covardes e hipócritas.
Enfim...
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Conjecturas dominicais
Esporte Fantástico____________________________________ Domingo Espetacular
Isso te diz alguma coisa?
Post nº 100
Quando se começa um blog, tem-se a expectativa de que ele durará anos e de que todos os dias teremos o que escrever nele.
Sobre a primeira afirmação espero que ela esteja correta. Já a segunda não procede.
Há sempre assunto. Isso é um fato.
No entanto, nem todos os momentos são repletos de tempo e inspiração para escrever.
Fico feliz quando sento e me debruço sobre os meus blogs (tenho três) e mais feliz ainda quando alguém lê e comenta.
Afinal nós que escrevemos adoramos saber que nossa opinião foi apreendida por alguém. Até mesmo os nossos diários indiretamente pedem um leitor. A maneira que escrevemos espera um leitor que nos compreenda ou não. E alguém sempre acaba lendo os diários, é por isso que são o que são.
Quanto aos meus blogs ( e diário) vou escrevendo se me apetecer. Quando não, não o faço. Tudo depende das condições externas e sobretudo das internas.
E só posso dizer que os amo. Pra mim escrever é uma necessidade. Mesmo que tenha poucos leitores.
P.S.: Muito obrigada aos leitores, e em especial ao Airlon que nunca deixa de fazer um comentário.




