
Acabo de assistir o último capítulo de Cinquentinha.
Sexta a noite não deu pra ver na Globo. Tive que recorrer ao Youtube.
Sei que estou meio atrasada para essa crítica mas lá vai.
Amei a história. O figurino. O roteiro.
Agnaldo Silva mais uma vez detonou.
Fiquei felicíssima por saber que vai ter volta.
É a tal tendência de que falei das tempotradas.
Adoro isso. Faz surgir no público uma expectativa pela continuidade.
Estratégia ótima de fidelização.
A única coisa que não gosto é que essas temporadas são muito curtas.
Aline e Ó Paí Ó são exemplos disso.
Mas voltando a Cinquentinha..o que mais me cativou foi o humor.
Não dava pra não rir com as situações construídas por Agnaldo.
Os temas abordados também foram interessantes.
Aquele garoto sensível que vivia vomitando por qualquer coisa. Principalmente quando se tratava da vida sexual de sua mãe e de sua avó.
Aqui pra nós achei a interpretação do garoto(João Pedro Zappa) muito exagerada. Não gostei. Meio canastrão.
Antes da estreia cheguei a ler a sinopse e pensei que a personagem da Marília Gabriela iria se relacionar mais com a personagem de Angela Vieira. Não aconteceu. E apesar de gostar muito de Angela acho que esse personagem não teve razão de ser. Se fosse numa novela eu diria que o público repudiou o relacionamento lésbico. Mas, sendo minissérie uma obra fechada não sei o que sucedeu.
Em compensação foi divina a inclusão do herdeiro retardatário. Belo ator o Pierre Baitelli. Literalmente. Ele passou despercebido por mim em Capitu. Na época só tive olhos para a produção como um todo. Não fiquei atenta aos detalhes.
Sexta a noite não deu pra ver na Globo. Tive que recorrer ao Youtube.
Sei que estou meio atrasada para essa crítica mas lá vai.
Amei a história. O figurino. O roteiro.
Agnaldo Silva mais uma vez detonou.
Fiquei felicíssima por saber que vai ter volta.
É a tal tendência de que falei das tempotradas.
Adoro isso. Faz surgir no público uma expectativa pela continuidade.
Estratégia ótima de fidelização.
A única coisa que não gosto é que essas temporadas são muito curtas.
Aline e Ó Paí Ó são exemplos disso.
Mas voltando a Cinquentinha..o que mais me cativou foi o humor.
Não dava pra não rir com as situações construídas por Agnaldo.
Os temas abordados também foram interessantes.
Aquele garoto sensível que vivia vomitando por qualquer coisa. Principalmente quando se tratava da vida sexual de sua mãe e de sua avó.
Aqui pra nós achei a interpretação do garoto(João Pedro Zappa) muito exagerada. Não gostei. Meio canastrão.
Antes da estreia cheguei a ler a sinopse e pensei que a personagem da Marília Gabriela iria se relacionar mais com a personagem de Angela Vieira. Não aconteceu. E apesar de gostar muito de Angela acho que esse personagem não teve razão de ser. Se fosse numa novela eu diria que o público repudiou o relacionamento lésbico. Mas, sendo minissérie uma obra fechada não sei o que sucedeu.
Em compensação foi divina a inclusão do herdeiro retardatário. Belo ator o Pierre Baitelli. Literalmente. Ele passou despercebido por mim em Capitu. Na época só tive olhos para a produção como um todo. Não fiquei atenta aos detalhes.

Entre mortos e feridos salvaram-se todos e fico ansiosa a espera da próxima temporada.







