terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Astral em Cinquentinha


Acabo de assistir o último capítulo de Cinquentinha.
Sexta a noite não deu pra ver na Globo. Tive que recorrer ao Youtube.
Sei que estou meio atrasada para essa crítica mas lá vai.
Amei a história. O figurino. O roteiro.
Agnaldo Silva mais uma vez detonou.
Fiquei felicíssima por saber que vai ter volta.
É a tal tendência de que falei das tempotradas.
Adoro isso. Faz surgir no público uma expectativa pela continuidade.
Estratégia ótima de fidelização.
A única coisa que não gosto é que essas temporadas são muito curtas.
Aline e Ó Paí Ó são exemplos disso.
Mas voltando a Cinquentinha..o que mais me cativou foi o humor.
Não dava pra não rir com as situações construídas por Agnaldo.
Os temas abordados também foram interessantes.
Aquele garoto sensível que vivia vomitando por qualquer coisa. Principalmente quando se tratava da vida sexual de sua mãe e de sua avó.
Aqui pra nós achei a interpretação do garoto(João Pedro Zappa) muito exagerada. Não gostei. Meio canastrão.
Antes da estreia cheguei a ler a sinopse e pensei que a personagem da Marília Gabriela iria se relacionar mais com a personagem de Angela Vieira. Não aconteceu. E apesar de gostar muito de Angela acho que esse personagem não teve razão de ser. Se fosse numa novela eu diria que o público repudiou o relacionamento lésbico. Mas, sendo minissérie uma obra fechada não sei o que sucedeu.
Em compensação foi divina a inclusão do herdeiro retardatário. Belo ator o Pierre Baitelli. Literalmente. Ele passou despercebido por mim em Capitu. Na época só tive olhos para a produção como um todo. Não fiquei atenta aos detalhes.

Entre mortos e feridos salvaram-se todos e fico ansiosa a espera da próxima temporada.

The End



Por falar em prefiro não comentar..hoje chega ao fim Toma Lá da cá.
Foram dois anos de muita gargalhada que aquele elenco maravilhoso proporcionou.
Infelizmente aconteceu com a série o mesmo que aconteceu com o Sai de baixo e que acontece com as séries em geral.
De uns tempos para cá o programa veio perdendo ritmo. Não sei se foi o roteiro que desandou. O fato é que as gargalhadas não eram mais tão frequentes quanto no início das peripércias do pessoal do Jambalaya Ocean Drive.
O que estava salvando era o clichê 'vou ficar nua' de Copélia e as histórias de Pato Branco da Bozena.
A Copélia fez tanto sucesso que virou até nome de festa aqui em Teresina. Ela se tornou uma espécie de estandarte da vida desregrada e da curtição propriamente dita. Um luxo. Adooro!
Nos últimos episódios Bozena sempre era repreendida ao iniciar uma de suas histórias, mas a verdade é que era muito engraçado toda aquela composição de nomes que o roteiro trazia. E é claro o sotaque sensacional, daí.
Não posso deixar de citar Álvara que compensou brilhantemente a ausência de Ladir.
Tudo bem que ele surgiu depois dela na série, só que não dá pra esconder que ele fez muita falta quando saiu. Arraso na interpretação de Ítalo Rossi.
Enfim..que venham mais humorísticos como esse. Que mais talentos sejam revelados.
Está aberta a temporada de novas temporadas.
Esse formato adotado pelas emissoras me agrada muito. Fica mais difícil de enjoar uma atração.
Dá até pra ficar com saudade.

Gosto duvidoso



Hoje vi um negócio na internet que me deixou revoltada.
Eu queria voltar a escrever falando de coisas legais. Exalando boas vibrações para o ano que se aproxima.
Mas esse fato não pode passar despercebido a minha análise. Não mesmo.
Vocês já devem ter visto a história do xixi que rolou com aqueles caras da "banda" strike.
Fiquei de cara com o discaramento dos babacas.
Só tinha visto cena semelhante naqueles filmes americanos de temática adolescente onde sempre tem vários babacas pra contar a história.
Covenhamos que ninguém merece essa nova geração de "bandas" do rock brazuca.
Mas tudo bem. Se eles ficarem lá e eu aqui (bem longe) tá tudo ok.
Agora, além de inudar as rádios com aqueles acordes meia boca e letras quero-uma-gilete-pra-cortar-os-pulsos, os caras ainda vem com essa de sacanear os loucos dos seus fãs. Assim já é pedir demais.
Ter que ser obrigado a ouvir "aquilo" em algum momento a gente aguenta. Tipo aquela musiquinha chata que era tema de abertura da Malhação e que tocava trocentas vezes no rádio.
O que não pode é eles acharem que são os reis da cocada preta (e da branca também) e saírem por aí humilhando geral.
É no mínimo nogento permitir que alguém beba xixi.
Os caras estavam parecendo crianças. Acho que nem dá pra denominar assim. As crianças de hoje em dia têm mais coisa na cabeça do que esses idiotas.
Tenho conhecimento de causa pra afirmar isso. Convivo com crianças diariamente na minha profissão.
O meu alento é saber que depois desse vídeo algumas pessoas vão desgotar desse povinho e talvez possam descobrir música boa de verdade feita por gente que não é babaca.
Mesmo que as menininhas histéricas continuem bajulando esses caras por um motivo que eu desconheço sempre terão as baixas de pessoas com o mínimo de discernimento.
Não sei realmente porque eles são bajulados. Eles não são bonitos. Não dá pra comparar com o integrantes de outras bandas concorrentes.
E o som que eles fazem..bom, isso eu nem preciso comentar.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Feliz dia da Propaganda!

Ela entrou meio de gaiata na minha vida.
Desde muito cedo sempre quis ser jonalista.
Mas, a vida sempre aprontando das suas não permitiu que eu passasse no vestibular por duas vezes.
Fiz Letras. Desencanei durante um período (dois meses) e voltei a lutar pra entrar na facul de novo.
Então quando eu tinha quase certeza de que era a hora, não foi.
Passei pra Publicidade. Segunda opção.
Confesso que me desesperei no início. Depois relaxei.
Eu não sabia que iria dar tão certo. Descobri que Publicidade e Jornalismo tem lá suas convergências. Não fiquei tão longe do Jornalismo quanto pensei. Até porque na minha facul as turmas estão juntas em muitas matérias.
Hoje não vivo mais sem Publicidade.
Ando por aí e me pego analisando outdoors nas ruas. É muito louco.
E o mais louco é que encontrei um monte de gente parecida comigo. Uma galera pirada. Assim como eu. Os hábitos parecidos com os meus. Como, por exemplo, colecionar encartes de supermercado. Antes de eu ser publicitária era chamada de louca por causa disso.
Ainda não me formei (falta 1 ano) mas já tenho certeza de estar no lugar certo. Onde eu queria estar.
Quanto ao jornalismo, é provável que eu pague as matérias pra sair com os dois cursos.
Daí fica tudo perfeito.
E sim. Perfeição existe. Pelo menos na Publicidade.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A hora é essa 2


Esse título faz está diretamente ligado com o dia de hoje.
A hora é essaaaaaaaaaaa geralmente costuma ser o início da maioria dos sambas cantados na Marquês de Sapucaí.
É tipo um mantra.
Antes de começar a atravessar a avenida o cantor (puxador de samba agora é old fashioned) pronuncia esses dizeres pra trazer sorte.
Hoje sendo o dia do samba A hora é essaaaaaaaaa não podia faltar né.

A hora é essa




Depois dessa pressão vamos ver se esses "líderes" continuam apáticos.
O texto das peças diz: 'Me desculpe. Nós não conseguimos parar as mudanças catastróficas do clima... Nós não conseguimos.'
As imagens são do blog coluna zero http://www.colunazero.com.br

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Bons fluidos forever


Contagem regressiva para 2010.
Aberta a temporada de musiquinhas natalinas, amigo-oculto, férias e promessas de fim de ano.
Conversando com Bruno (ombro-amigo e afins) decidimos que 2010 será o ano da virada.
Nada mais de "encosta a tua cabecinha no meu ombro e chora". Vamos tomar as rédias das nossas vidas. Sobretudo a amorosa.
Mas, falando sério. 2009 foi um ano espetacular.
Deu pra aprender uma porrada de coisas que nem passavam pela nossa cabeça. Coisas que só se sacam vivendo intensamente.
Conheci muita gente nova nesse ano. Me permiti explorar outros mares nunca dantes navegados. A gente tem que se presentear de vez em quando.
Diversas portas foram abertas e delas saíram altos contatos profissionais. Acho que estou partindo pra um nível superior profissionalmente falando.
Finalmente posso afirmar que me encontrei. E estou feliz.
Vou voltar a sala de aula em breve (se meus planos derem certo), e me sinto mais preparada para encarar os desafios que virão.
Vislumbro um tempo bom pra mim.
Sabe quando você tem aquela sensação de que tudo vai ficar bem? Estou sentido isso com firmeza.
Espero que mais uma vez minhas habilidades bruxísticas não me abandonem.